7 Lições do Filme American Psycho



Dezembro de 1999. Lá estava eu, e eu me lembro como se fosse ontem, pronto para a virada do milênio. Todos estavam preocupados com o futuro, sabiam que uma forte transição estava por vir. Alguns receosos com o fato de que o bug Y2k poderia gerar pane entre os computadores. Outros só aguardavam ansiosamente para assistir ao 11º episódio da sexta temporada de Friends. O que ninguém esperava é que 21 dias depois o mundo seria abalado pela chegada - daquilo que eu me arrisco dizer ser o melhor filme já produzido - American Psycho.

Claro que houve muitos eventos importantes em 2000: eleição do presidente Putin, lançamento do Playstation 2, entre outros, mas nada que se comparasse à chegada de Patrick Bateman, nosso herói. Hoje, 18 anos depois desse marco histórico da humanidade, nos encontramos aqui para repassar a tocha do conhecimento e relembrar sete lições que aprendemos com esta clássica obra prima atemporal.
"Você gosta de Huey Lewis And The News?"

Aparência Importa

Imagem é tudo. Para o Patrick, tudo tinha que estar no mais alto grau da perfeição. Seu rosto, seu corpo, seus ternos, seu apartamento, seu cartão de visitas, e até a localização da mesa dos locais onde frequentava deveriam ser utópicos, menos que isso era inaceitável. Seguindo este princípio Bateman dá uma aula sobre cuidados com a pele, sua rotina é simplesmente impecável. 

Nutrição e Aptidão Física

Ainda que muitas ideias sobre o que é saudável tenham mudado dos anos 90 pra cá, a lição principal se mantém atemporal: coma saudavelmente e exercite-se. Patrick sabia que um corpo apto é importante não só por causas estéticas, mas também para desempenhar competitivamente em qualquer ambiente. 

As Roupas Fazem o Homem

Um dos pontos centrais do filme é a presença maciça de roupas de alta qualidade, principalmente ternos sob medida. O Bijan também entra na lista. Não é coincidência que os líderes mais poderosos do mundo se vistam como ele. Isso é fácil de ser compreendido mas nem sempre fácil de ser lembrado. A roupa certa deve passar subconscientemente mensagens positivas de quem é você. Ela deve intimidar, mostrar poder, influência e classe. Sem que seja necessário dizer sequer uma palavra.



Fit In: A Importância do Círculo Social

Salvo as cenas onde Patrick queria estar só, quase nenhum momento do filme ele encontrava-se sem algum tipo de boa companhia. Ele sabia da importância de andar com aqueles que compartilhavam de seus valores, interesses e status. Essa lição é partilhada por outros grandes mentores que tive. Robert Greene sempre alertou sobre os perigos do isolamento (lei 18) que mina suas possibilidades. Dale Carnegie também não cansa de apontar os importantes motivos para escolher integrar-se ao invés de fechar-se.

Lembre-se do ditado popular:
 “Diga-me com quem andas e te direi quem és.”
Ainda que eu não tenha encontrado nenhuma pesquisa para provar o que digo, empiricamente acredito que as pessoas lhe julguem pelas companhias que você escolhe, e que no fundo elas são sim um reflexo direto da pessoa que você é. Ainda que Bateman se esforçasse demasiadamente para emular uma personalidade que mantivesse seu grupo, este era, essencialmente, o único jeito que ele sabia para atingi-los. E aqui mora uma importante lição: faça o que for preciso para conquistar e montar seu grupo social. De fato, quando o Patrick encontrava alguém que não fazia parte da elite de Wall Street ele ficava bem desconfortável.
“I don’t have anything in common with you.” - Patrick Bateman
Escolha seus amigos com cuidado, rodeie-se de pessoas positivas, mente aberta e que te inspirem a ser mais competitivo e produtivo com a pele no jogo. 


Saiba Dizer Não

A habilidade de dizer “Não” para as pessoas sem sentir a necessidade de se justificar é uma das armas mais importantes que um homem pode ter em seu arsenal. Claro que é mais fácil falar do que executar, mas assim que você dominar essa habilidade, ficará surpreso com sua eficácia. Patrick talvez use demais dela, sugiro um pouco mais de diplomacia para evitar potenciais conflitos, mas independente disso, qualquer um que tenha assistido ao filme pode perceber que seu comportamento apresenta traços de enorme autoconfiança e autoestima e esta atitude é um dos mais fortes indicadores disso. Sem dúvidas, temos muito a aprender com seu comportamento.

A Importância de ter Hobbies

Ainda que seja de extrema importância para todos manter relacionamentos saudáveis durante a vida. Nenhum homem, jamais deve depender 100% da companhia dos outros para se manter ocupado. Patrick sempre soube disso. E é aí que entram os hobbies. Quando não estavam acompanhado de seus colegas ele fazia boxe, assistia filmes, esquiava, e por último, mas não menos importante: ouvia música. Seu hobby predileto. Dava pra ver a paixão que ele tinha quando falava sobre elas, suas bandas ou histórias relacionadas.

Infelizmente, com a ascensão das redes sociais, acredito que ter hobbies seja algo em forte declínio nos últimos tempos. Uma verdadeira lástima pois hobbies não são apenas importantes, mas sim cruciais para o desenvolvimento de um homem. Talvez seja um dos fatores mais importantes para a construção do caráter.

Lar de Burguês

Uma das coisas mais valorizadas pelo Patrick, é seu magnifico apartamento. Aquele era o único espaço verdadeiramente seu, tudo ali dizia muito sobre sua personalidade: metódica, organizada, inteligente, perfeccionista e especial. Aquele apartamento bem localizado, feito sob medida no estado da arte, nada mais era do que seu castelo.
"A man's home is his castle." - King Henry VIII
Ainda que você não seja burguês o suficiente para se mudar para um espaço na American Gardens building da West 81st Street, é importante que você busque ter seu próprio santuário para poder cultivá-lo, refletir, tomar suas próprias decisões e se desenvolver com a liberdade que jamais terá em um lar que não seja seu.

Essas são apenas algumas notas que tomei durante o maravilhoso filme, não deixe de assisti-lo hoje em comemoração a este grande dia. Eu adoraria falar da lição mais importante que aprendi, mas tenho que devolver algumas fitas de vídeo.


O resto é com vocês...
Bons ganhos e um grande abraçoo!

Comentários

  1. Perfeito!
    Você poderia aumentar a frequência de suas postagens. Depois de entregar suas fitas de vídeo, claro.

    ResponderExcluir
  2. Incrível como um mesmo filme desperta sensações diferentes. Eu assisti esse filme ano ano passado e não levei muito para ele lado de relações sociais, levri mais par ao lado da doença: psicopatia rs. Acho que por eu ser da área da saúde mental.

    A propósito, ótima escrita a sua.

    ResponderExcluir
  3. Caro Burguês, acho que vc não entendeu a mensagem do filme, ou distorceu e focou apenas no que queria ver. Não sei se vc percebeu, mas o filme todo é uma ironia a alta sociedade, cuja vaidade, ganância sem limites, vida sem propósito são as causas para vícios em álcool, drogas e anti depressivos e princialmente psicopatia (enxergando as pessoas como objetos para serem usados). O filme gira ao redor do personagem Patrick (Se esse é seu herói amigo então vc está muito mal) cujo maior prazer em sua miserável vida é assassinar mendigos, prostitutas, animais indefesos e executivos que possuem mais influência que ele na sociedade. Vc poderia ter mencionado o filme Gladiador (2000, dirigido por Ridley Scott) esse sim um filme cuja mensagem é muito mais importante na vida de um homem: Força, honra, liderança, superação e glória. Um homem que era General mas foi traído e tornou-se escravo gladiador: "o que fazemos em vida, ecoa na eternidade"
    Considere este meu comentário como uma crítica construtiva aos seus valores.
    Abraço

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Realmente esse é um filme memorável, ainda mostra que a família é a razão de viver de um homem.

      Excluir
    2. Porra,o burguês boiou no filme . Será que ele assistiu o mesmo filme que eu?

      Excluir
    3. Hank Investidor,
      Definitivamente levarei sua crítica como algo construtivo. É sempre um prazer recebê-lo!
      Agradeço pelo comentário.
      Bons ganhos e um grande abraçoo!

      It's hip to be square ♫♫♪♫

      Excluir
    4. Hank, comentário perfeito.

      Inacreditável. Basta apenas exibir aspectos que se encaixam na ideia de "hétero ideal" do Burguês que o conceito principal do filme passa longe dele. Glorificou tudo que é na verdade criticado. Chega a ser engraçado.

      A excitação é tão grande ao ver um "megahétero" de cueca que a capacidade de raciocínio dele é danificada. Aposto até que o Burguês tem ereções quando o Christian Bale fica de cueca.

      Quem diria que esse blogueiro é muito mais raso do que todo mundo pensa...

      Excluir
    5. BI
      poucos absorvem suas aulas:
      3. Atue com Diplomacia

      estao perdidos . aqui nao e lugar de gado moralista

      Abraços,
      Marx Soviético Burguês

      Excluir
  4. Hank Investidor disse tudo!! Sem mais...

    ResponderExcluir
  5. Seu texto é interessante Bugues, e o filme é excelente, atuação nota 10 e história ótima. Porém o Bateman não tinha muitas virtudes admiráveis. Ele cuidava de si, sim, mas que objetivos tinha além de fazer mal aos outros?

    O legal desse filme foi apresentar a uma geração o estilo yuppie e suas idiossincrasias. De certo modo tem muitas dicas nele de o que e como funciona em ambientes mais endinheirados. Porém não existem relações humanas normais entre os personagens, e se isso retrata a realidade não é a toa que Nova York é um dos locais mais ricos, e mesmo assim com mais gente deprimida do mundo. O que nos mostra que sucesso e poder sobre os outros não é tudo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. De qualquer modo eu também costumo tirar inspiração em filmes de bandidos, pois vejo atributos admiráveis em pessoas que lidam de modo diferente com a pressão.

      Excluir
  6. Assisti o filme por recomendação sua, e o filme é foda demais. Christian Bale, sem comentários, ator sensacional!

    ResponderExcluir
  7. Burguês,
    ótima interpretação, saiu da casinha...

    Eu não tinha visto sob essa ótica, parabéns pelo texto.
    Os filmes não são sempre para dar lição de moral ou passar mensagens. O que vale é a emoção estética, o que sentimos e absorvemos ao assistir o filme.

    E o bem e o mal é subjetivo, apesar de o cara do filme ser um psicopata assassino, ele tem uma mente super interessante, voltada às ferramentas de poder e evolução pessoal.
    Sair da interpretação óbvia e enxergar por outros ângulos é sinal de inteligência e de uma mente não formatada ao senso comum.

    Mandou bem.
    Abraços,

    LK

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. "o bem e o mal é subjetivo, apesar de o cara do filme ser um psicopata assassino, ele tem uma mente super interessante, voltada às ferramentas de poder e evolução pessoal." Que argumento fraquinho.

      É possível ter uma mente super interessante E não ser um psicopata assassino ao mesmo tempo. Ter mente interessante não isenta uma partícula do mal de ser assassino. Não há nada de subjetivo nesse julgamento. Não force subjetivismo só pra parecer edgy, rapaz.

      Excluir
    2. Meu caro, você tem razão, e eu não disse que o cara está certo. Deixe aí sua opinião, que pelo visto deve ser bem mais culta e posicionada que a minha, gostaria de saber o que achou do filme.

      Pelo seu linguajar deve ser um hipster cheio de gírias prontas para qualquer debate de boteco.

      Ou deve assistir He-Man e ficar esperando pela lição de moral no final do episódio. O filme é divertido (surreal até) e o que o burguês fez foi captar um outro ponto de vista, o que achei interessante.

      Edgy

      Excluir
    3. "e eu não disse que o cara está certo."
      Eu não falei que você afirmou que o cara estava certo, eu falei que você está relativizando assassinato com fatores fracos.

      "Pelo seu linguajar deve ser um hipster cheio de gírias prontas para qualquer debate de boteco."
      "Ou deve assistir He-Man e ficar esperando pela lição de moral no final do episódio."
      Irrelevante. Brincando de Mãe Dinah.

      "e o que o burguês fez foi captar um outro ponto de vista"
      Praticamente tudo que o burguês gostou é o que está sendo criticado. O filme é uma sátira sobre a vida extremamente fútil e vazia dos yuppies dos anos 80. Quer mais simbolismo do que competição de cartão de visita mais bonito? Ainda ficou turvo na cabeça? Leia uma entrevista com a própria diretora:

      http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2302200120.htm

      Excluir
    4. Anônimo 14:43
      Seu comentário e crítica são sempre bem vindos aqui. É um prazer ler suas palavras e da próxima vez que assistir o filme irei rever minhas visões. Minha atual opinião é a seguinte:

      Seu ponto de vista é válido, mas não justo. Eu entendi as críticas. Alguns tem princípios e valores diferentes, ou iguais, dependendo do ponto de vista.
      Você critica meu texto argumentando que não fui capaz de compreender a critica do filme, o que não é verídico. Quase todos os filmes sobre finanças são uma critica e cabe ao espectador julga-lo de acordo com seu repertorio. Um dos meus filmes prediletos é O Lobo de Wall Strett, do qual DiCaprio afirmou ser uma crítica à classe investidora. Eu não poderia me importar menos com as palavras dele.
      Sobre American Psycho, a diretora é uma feminista e suas palavras tem pouca ou nenhuma importância para mim, tais como as de DiCaprio. O que realmente importa é o trabalho feito por Bret Easton Ellis, o autor do livro. Se você leu um ou mais de suas obras sabe que ele concordaria comigo em multiplos pontos, principalmente no das roupas, lembro dele dolorosamente descrevendo cada peça de roupa de cada personagem, mostrando a importância delas na elite. Claro que ele criticava o vazio de seus personagens, mas era uma relação de amor e ódio, pois ele compreendia e gostava do mundo de imagens, e via isso como uma parte dele.

      Agradeço a participação.
      Bons ganhos e um grande abraçoo!

      Excluir
    5. In his piece about American Psycho in Vanity Fair, Norman Mailer criticized you for just that: chasing demons from your soul, or what’s worse, using the reader for therapy.

      I wouldn't disagree. But he was commenting in a disapproving sense: that maybe this is not the way to go about it. I disagree with that. I think in some ways it was cathartic to write this book, and whether one likes to hear it or not, you can't help but work out demons when you're writing — even if you're writing a light comedy, airy as a soufflé.

      Excluir
    6. "[...] a diretora é uma feminista e suas palavras tem pouca ou nenhuma importância para mim, tais como as de DiCaprio. O que realmente importa é o trabalho feito por Bret Easton Ellis, o autor do livro."

      Isso não faz o menor sentido e é uma posição totalmente bizarra. É praticamente a falácia do Apelo ao preconceito. Como você não se importa com as palavras da diretora se está aqui comentando sobre o filme cujo roteiro é dela? Se somente o livro importa, por quê seu post foi sobre o filme? Por quê colocar gifs das cenas do filme ao invés de trechos do livro? Como julgar a obra como clássica e atemporal sem se importar os diálogos que aparecem na tela? Tantas contradições...

      Excluir
    7. Ela fez um excelente trabalho no roteiro e direção. Você parece não ser capaz de compreender o que foi dito. Meu texto não foi sobre a opinião da diretora, e sim sobre a obra. Não importa suas intenções ou opiniões.

      Isso me lembra do ano de 2003, quando Lula assumiu o poder. Mesmo defendendo abertamente a adoção de uma economia socialista, ele fez ajustes ortodoxos e montou um time economico pró-mercado que não tinha absolutamente nada a ver com suas palavras e o mercado interpretou bem. O cerne é a obra. Outro exemplo que tenho é o do filme Matrix, dirigido por pessoas que não tem afinidade alguma com aquilo o conceito da "redpill" amplamente disseminado na web. Eu poderia passar o dia todo dando exemplo para tentar fazer um comedor de soja como você compreender o meu ponto, mas tenho que devolver algumas fitas de vídeo.

      T.'.F.'.A.'.

      Excluir
    8. Os exemplos foram horríveis, pois a diferença aqui é que as opiniões dela estão presentes no que foi filmado, no resultado final. Não houve diferença entre ideia de critica e prática.

      Se as opiniões estão claramente presentes no que foi filmado e você escreve, critica (e até discorda) sobre o que foi filmado, como você não se importa com as opiniões? Se A serve de base e está demonstrado em B e você se importa com (escreve, concorda ou discorda) sobre B, automaticamente você está se importando com A. É a mesma coisa que discorrer sobre o filme A Lista de Schindler e falar que não se interessa pelo que Spielberg tem a dizer sobre a guerra.

      Excluir
    9. isso mesmo burgues,
      eh como davinci que se matou porq sua obra nao foi usada para os fins que ele imaginava e sim para guerras
      otimo argumento, deixou o stifler sem palavras
      vc deveria tornalo persona non grata aqui e mandalo de volta para a latrina de onde veio

      abs
      irmao da betanaria

      Excluir
  8. Show de bola. Acredito que a estética nesses casos que nos prende. Eu gosto do Hannibal pela sua erudição, estética e detalhes sutis: pegar uma taça de vinho, jeito do sentar, observar as pessoas, escrita (aquelas letras meio que medievais, cheias de curvas e escritas com tinteiro), de se vestir, de falar etc. Não necessariamente gosto do jeito dele de matar pessoas e estocar as suas partes em uma geladeira subterrânea em sua respectiva casa, para depois consumir com algum acompanhamento exótico e regado a bons vinhos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Excelente pov Mais um divagador,
      é um prazer tê-lo aqui.
      Estou acompanhando suas postagens sobre programas para ver melhor as ações e acredito que eles sejam de enorme interesse para o publico da blogosfera.

      Bons ganhos e um grande abraçoo!

      Excluir
  9. Esse filme é bem interessante Burguês. Eu quando vi enxerguei mais como seria a fusão de alguém louco, mas que ao msm tempo é perfeccionista e inteligente. Quando puder faça mais comentários sobre filmes em outros post, agradeço.

    Fox

    ResponderExcluir
  10. Um assunto que merece reflexão é ter tudo isso e ser uma pessoa vazia. Acredito que passamos por essa vida não para ter posses e sim para aprendermos e desenvolvermos algo, quer seja nos melhorarmos como seres humanos ou então deixar um legado para outras gerações. O mundo das finanças muitas vezes formam pessoas vazias. Sendo que o ter é mais importante que o ser. Dá pra conciliar as duas coisas. Na blogosfera vejo algo diferente em muitos blogs, tem muita gente com muito conteúdo , não apenas financeiro, mas de vida mesmo.

    Vou assistir o filme, agora fiquei curioso.

    valeu

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Roger da Cidadezinha

Os 10 Mandamentos Dos Burgueses Altamente Eficazes